terça-feira, 31 de maio de 2022

TIRINHA DE 2 DE JUNHO DE 2022

Inscreva-se no V Encontro TSSF Nordeste!

https://www.even3.com.br/encontrofdn2022/

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a) ACOLHIDA: (LOC59 ou CD19 ou CD67):  Porque somente uma coisa é necessária, eu dou testemunho disso e o encorajo, pelo amor de Quem se ofereceu como um sacrifício santo e agradável de forma que você sempre se lembre de sua resolução e esteja consciente de como você começou.

T - Nós te adoramos, ó Cristo, aqui e em todas as tuas igrejas pelo mundo inteiro; e te bendizemos, porque pela Tua santa cruz redimiste o mundo.

 

b) Oremos dia 2 pela PROVÍNCIA DO PACÍFICO - Ilhas Salomão de Ysabel e Malaita  (NCD 21)
Oremos também por: Bispo Saulo Maurício Barros, PROFESSO, UK;
Ieda Batista de Jesus, NOVIÇA, Feira/BA
Revdo. Cônego Josafá Batista dos Santos, PROFESSO, SSA/BA
Luiz Cavalieri Bazilio, PROFESSO, RJ/RJ 

c) O Objetivo (continuação): Pelo exemplo de seu sacrifício pessoal, Jesus revela o segredo de como produzir frutos. Ao se entregar a si mesmo à morte, ele se torna a fonte de nova vida. Da terra erguido sobre a cruz, ele atrai todos/as a si. A busca ansiosa pela vida leva a própria vida ao seu declínio; a vida que é dada livremente é eterna; + Passo 1 da RVP 

d) ODC170 Salmo 104:24-34,35b; Isaías 32:11-17; Gálatas 5: 16-25 

                *Mártires de Lyon, 177 e *James Watson  Morris, 1954

e) COLETA PELA SEGUNDA ORDEM (quinta-feira, CD78):   Deus eterno, fonte de toda piedade e consolação: faça que as irmãs da Segunda Ordem possam viver para te louvar; que a homenagem que te dão seja razoável; que seus sacrifícios sejam temperados com o sal da sabedoria; que todo o seu ser  possa ser transformado à tua imagem; por Jesus Cristo, nosso Salvador. Amém. 

f) ENCAMINHAMENTOS    


g) PAI NOSSO: (NCD84)
Pai nosso, que estás nos céus...
Santificado seja o teu Nome. Venha o teu Reino.

Seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu.
O pão nosso de cada dia nos dá hoje.

Perdoa-nos as nossas ofensas,
assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido.

E não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal;
pois teu é o Reino, o poder e a glória para sempre. Amém.

 

h) ORAÇÃO FINAL (LOC 186)
Eis o amor maior:
que Deus nos amou e enviou seu Filho.

Ele é o sacrifício por nossos pecados,
para que possamos viver por ele.

Se Deus tanto nos ama,
devemos amar-nos mutuamente.

E, ao amarmo-nos mutuamente,
Deus viverá em nós.

 

Lembretes:

1  Para a prática diária, sugerimos as Lições de   1 a 18 a serem ministradas pelas Fraternidades, lições indicadas em  http://clarasefranciscos.blogspot.com/

2 – Consulte também: https://revjbs.blogspot.com/

Paz e bem! 

 

 

 

TIRINHA DE 1º DE JUNHO DE 2022

                   1 - SOMENTE PARA HOJE, 1º DE JUNHO, ÀS 19:30, O LINK SERÁ:
                                       https://us02web.zoom.us/j/87237277171 

                    2 - Inscreva-se no V Encontro TSSF Nordeste!
                                https://www.even3.com.br/encontrofdn2022/

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DDF 01 06 2022 QUA  (BRANCO)

a)  ACOLHIDA: (LOC59 ou  (CD19 ou CD67)
Porque somente uma coisa é necessária, eu dou testemunho disso e o encorajo, pelo amor de Quem se ofereceu como  um sacrifício santo e agradável de forma que você sempre se lembre de sua resolução e esteja consciente de como  você começou.
T - Nós te adoramos, ó Cristo, aqui e em todas as tuas  igrejas pelo mundo inteiro; e te bendizemos,   porque  pela Tua  santa cruz redimiste o mundo. 

b) Oremos pela PROVÍNCIA DO PACÍFICO - Ilhas Salomão de Savo e Guadalcanal  (NCD20)
Oremos por Todos os Aspirantes e Associados;
Oremos também por: Noel Arencibia Gonzalez, NOV., Cuba.
Revda. Volnice Maria de  Almeida, NOVIÇA,  PR

Oremos também por:.... 

Oração Conclusiva (CD67): Ó Deus, nós te damos graças pela Terceira Ordem da Sociedade de São Francisco. Concede, nós oramos, que sendo unidos/as em comunidade e de oração, nós teus servos/as glorifiquemos teu santo Nome segundo os  exemplos de São Francisco  e Santa Clara, e ganhemos outros /as para o teu amor; por Jesus Cristo nosso Senhor. Amém. 

c) O Objetivo (CD20): Construir uma Comunidade de Amor. Jesus disse “Eu garanto a vocês: Se o grão de trigo, ao cair na terra, não morrer, ficará sozinho. Mas, se morrer, produzirá muito fruto. Quem tem apego à sua própria vida, vai perdê-la; quem despreza a própria vida neste mundo, vai guardá-la para a vida eterna. Se alguém quer me servir, que me siga. E onde eu estiver, aí também estará o meu servo. Se alguém serve a mim, o Pai vai honrá-lo. (João 12: 24-26)+ Passo 1 da RVP.

d) ODC169 - Salmo 29; Ezequiel 3:12-21; Lucas 9:18-27; *1º Culto da IEAB, 1890  e  *Justino, 167 

e) COLETA  PELA PRIMEIRA ORDEM (quarta, CD78): Ó Senhor Jesus, tu foste colocado numa Cruz para ser o Salvador dos pecadores: pedimos-te que abençoes os frades e freiras de nosso tempo; concede que eles possam te servir em humildade, amor, alegria e trazer muitas almas a te conhecer e seguir; tu que agora vives e reinas com o Pai e o Espírito Santo, num mundo sem fim. Amém. 

f) ENCAMINHAMENTOS,         

g) PAI NOSSO (CD84) 

h) ORAÇÃO FINAL (LOC 186) 

                                          Lembretes: 

1 -  Para a prática diária, sugerimos as Lições de   1 a 18 a serem ministradas pelas Fraternidades, lições indicadas em   http://clarasefranciscos.blogspot.com/

2 – Consulte também diariamente as Tirinhas diárias em:  http://revjbs.blogspot.com/  

                                       Paz e bem!

segunda-feira, 30 de maio de 2022

2 de junho – Mártires de Lyon, 177

 

2 de junho – Mártires de Lyon, 177

A perseguição em Lyon em 177. foi uma perseguição aos cristãos em Lugduno, na Gália Romana (atual Lyon, França), durante o reinado de Marco Aurélio (161-180). Um relato dessa perseguição é uma carta preservada na História Eclesiástica Eusébio, livro 5, capítulo 1. Gregório de Tours descreve a perseguição em Da Glória dos Mártires (De Gloria martyrum).

Enredo
Lugduno era uma importante cidade romana na Gália. Fundada no rio Ródano em 43 a.C. por Lúcio Munácio Planco, serviu como capital da província romana Gália Lugdunense. O imperador Cláudio nasceu em Lugduno. A primeira comunidade cristã conhecida estabelecida em Lugduno em algum momento do século II foi liderada por um bispo chamado Potino, da Ásia Menor.

Nos dois primeiros séculos da era cristã, as autoridades romanas locais foram as principais responsáveis pelas perseguições. No segundo século, os Césares estavam em grande parte satisfeitos em tratar o Cristianismo como um problema local e deixar para seus subordinados lidar. Até o reinado do imperador Décio (249-251), a perseguição era local e esporádica. Para os governadores romanos, ser cristão era em si um ato subversivo, porque implicava uma recusa em sacrificar os deuses de Roma, incluindo o imperador deificado.[1]

 

Conta da perseguição

Em 177, vários cristãos na região de Vienne e Lyon eram gregos da Ásia.[2] Antes do real surto de violência, os cristãos eram proibidos no mercado, no fórum, nos banhos ou em aparecer em locais públicos.[3] Se eles aparecessem em público, estavam sujeitos a ser ridicularizados, espancados e roubados pela multidão. Os lares dos cristãos foram vandalizados. (Hist. Eccl. 5.1.5,7). Os mártires de Lyon foram acusados de "banquetes tiesteanos e relações edipianas", uma referência ao canibalismo e ao incesto.[1]

Quanto tempo tudo isso durou não foi indicado, mas eventualmente as autoridades apreenderam os cristãos e os interrogaram no fórum em frente à população. Eles foram presos até a chegada do governador.[3]

Segundo Eusébio (Hist. Eccl., 5.4), ainda presbítero ou ancião, Santo Irineu foi enviado com uma carta, de certos membros da Igreja de Lyon que aguardavam o martírio, ao papa Eleutério.

Quando o governador chegou a Lugduno, ele os interrogou novamente em frente à população, maltratando-os a tal ponto que Vécio Epágato, cristão e homem de alta posição social, pediu permissão para testemunhar em nome do acusado. Este pedido foi recusado e, em vez disso, o governador prendeu Vécio Epágato quando ele confessou ser cristão (5.1.9-10).

Esses cristãos sofreram tortura enquanto as autoridades continuavam apreendendo outras. Dois de seus servos pagãos foram apreendidos e, temendo tortura, acusaram falsamente os cristãos de incesto e canibalismo (Hist. Eccl., 5.1.12-13).

O que se seguiu foi a tortura dos cristãos cativos por vários meios. No final, todos foram mortos, alguns dos quais se retrataram, mas mais tarde voltaram à fé (Hist. Eccl., 5.1.45-46).

 

 

Blandina

Mortes

Havia 48 vítimas em Lugduno, metade delas de origem grega, metade galo-romana.[4] O idoso bispo Potino, primeiro bispo de Lugduno, foi espancado e açoitado e morreu pouco depois na prisão.

Escrava, Blandina foi submetida a extrema tortura. Ela foi inicialmente exposta, pendurada em uma estaca, para ser o alimento dos animais que soltaram sobre ela. Como nenhum dos animais naquele momento a tocou; ela foi levada de volta à prisão, antes de ser lançada em uma rede e jogada diante de um touro.[5]

Também foram martirizados nessa época Átalo, Epipódio e Alexandre, Maturo, Pôntico, um garoto de quinze anos, e Sâncio, um diácono de Vienne.[3]

Referências

 Walton, Stephen. "Why were the Early Christians Persecuted?", The Theologian
 Butler, Alban. "St. Pothinus, Bishop, Sanctus, Attalus, Blandina, &c., Martyrs of Lyons", Lives of the Saints, Vol.VI, 1866
 "The Letter of the Churchs of Vienna and Lyons to the Churches of Asia and Phrygia", Medieval Sourcebook, Fordham University
 Goyau, Georges. "Lyons." The Catholic Encyclopedia. Vol. 9. Nova Iorque: Robert Appleton Company, 1910. 22 Apr. 2013
 Whitehead, Kenneth D. "Witnesses of the Passion", Touchstone Magazine

Categorias: Perseguição aos cristãos177

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Persegui%C3%A7%C3%A3o_em_Lyon

 

1º de junho - Justino, 167

 1º de junho - Justino de Roma, 167

"Padres apologistas
A filosofia encontra-se com o cristianismo quando os cristãos tomam posição em relação a ela. Nos séculos XII e XIII, a oposição entre os termos “philosophi” e “sancti” representa duas visões de mundo consideradas antagônicas: a visão de mundo pagã e aquela proclamada segundo a fé cristã.

Os chamados Padres Apologistas foram aqueles cristãos que, a partir do século II d.C. escreveram, em diálogo com a Filosofia, defesas da sua fé a fim de obter o reconhecimento legal para ela diante do Império.

A obra de Justino, Mártir, foi inserida nesse período. São duas Apologias e um Diálogo com Trifão. A primeira Apologia, escrita por volta do ano de 150 d.C., foi escrita para o imperador Adriano. A segunda, para o imperador Marco Aurélio. É em seu “Diálogo” que ele nos relata sua trajetória, da filosofia com motivação religiosa à religião com perspectiva filosófica: nascido em Flávia Neápolis, seus pais eram pagãos. A busca pela verdade o conduziu ao estudo da filosofia e sua conversão ao cristianismo ocorreu provavelmente antes de 132.

Primeiro, Justino se aproximou dos estoicos, mas os recusou por terem lhe dito que não era importante conhecer a Deus. Depois de se encontrar com um “filósofo profissional”, um mestre que cobrava por seus ensinamentos, Justino procurou um mestre pitagórico, mas se afastou dele por não querer dispor seu tempo para o estudo da música, da geometria e da astronomia. Encontrou afinidade com discípulos de Platão, que atendiam sua necessidade de pensar sobre as coisas corpóreas, mas também além delas, as ideias.

O encontro com o cristianismo se deu por meio de um ancião que conheceu durante um retiro. Ao ser questionado por ele a respeito de Deus, Justino tentou se valer das teorias de Platão. O ancião, então, esboçou uma refutação que, apesar de parecer simples, demonstrou a separação entre platonismo e cristianismo: a alma, segundo o cristianismo, é imortal porque Deus quer que ela seja.

Justino então leu o Antigo e o Novo Testamento. Ele nos diz: “Refletindo eu mesmo sobre todas aquelas palavras, descobri que essa filosofia era a única proveitosa”. Percebemos que Justino considerava o cristianismo como uma filosofia, mesmo sendo uma doutrina baseada na fé em uma revelação.

Essa revelação é anterior ao Cristo – é a tese que Justino defende em sua Primeira Apologia, baseado no conceito de “Verbo divino” do evangelho de João, e em sua Segunda Apologia, baseado no termo “razão seminal” do estoicismo: as pessoas que nasceram antes do Cristo participavam do Verbo antes dele se fazer carne; todos os humanos receberam dele uma parcela e, por isso, independente da fé que professavam, se viveram em conformidade com o ensinamento do Cristo, poderiam ser referidos como cristãos, mesmo que Cristo ainda não tivesse nascido. Em vez de ser o marco de “início” da revelação divina, Cristo seria seu ápice.

Desse modo, Justino resolveu dois problemas teóricos: 1) Se Deus revelou sua verdade apenas por Cristo, como seriam julgados aqueles que viveram antes dele? 2) Como conciliar a filosofia antes de Cristo, e, portanto, ignorante da verdade revelada, e o cristianismo?

Como, segundo defende Justino, os homens podiam agir de forma “cristã” antes do nascimento de Cristo, agiam em conformidade com o Verbo. Se agiam em conformidade com o Verbo, aquilo que disseram e pensaram podia ser apropriado pelo pensamento dos cristãos. É a esse respeito que Justino diz em sua Segunda Apologia (cap. XIII): “Tudo o que foi dito de verdadeiro é nosso”.

Se o pensamento de Heráclito, por exemplo, é considerado oposto ao pensamento cristão, o pensamento de Sócrates é considerado “parcialmente cristão”: ao agir em conformidade com a razão (Logos), esta é uma participação do Verbo; Sócrates (e também os demais filósofos que pensaram “o verdadeiro”) praticou uma filosofia que era o germe da revelação cristã.


O Logos

De Fílon de Alexandria, Justino apropriou-se do conceito de “Logos” para estabelecer uma relação entre o “Logos-Filho” e o “Deus-Pai”. Vejamos o que ele diz:

“Como princípio, antes de todas as criaturas, Deus gerou de si mesmo certa potência racional (Loghiké), que o Espirito Santo chama ora 'Glória do Senhor', ora 'Sabedoria', ora 'Anjo', 'Deus', 'Senhor' e Logos (= Verbo, Palavra) (...) e porta todos os nomes, porque cumpre a vontade do Pai e nasceu da vontade do Pai*”.

Ou seja, entendemos aqui que Justino diz que o Cristo é a palavra proferida de Deus e pode ser denominado de diversas formas porque ele “porta todos os nomes”. A seguir, Justino faz uma comparação entre o Logos, no sentido acima, correspondente a verbo, e a fala humana para defender a possibilidade da coexistência de Deus-Pai e Logos-Filho:

“E, assim, vemos que algumas coisas acontecem entre nós: proferindo uma palavra (= logos, verbum), nós geramos uma palavra (logos), mas, no entanto, não ocorre uma divisão e uma diminuição do logos (= palavra, pensamento) que está dentro de nós*”.

O que Justino diz aqui é que, da mesma forma que quando nós dissemos uma palavra, o ato de falar não esgota nossa possibilidade de falar no futuro, ou diminui o número de palavras existentes, da mesma forma Deus-Pai ao pronunciar o “Verbo”, ou seja, com o nascimento de Cristo, isso em nada esgota ou diminuiu a sua divindade e onipotência. Outro exemplo que Justino nos oferece é o do Fogo:

“E assim vemos também que, de um fogo, acende-se outro fogo sem que o fogo que acende seja diminuído: este permanece igual e o novo fogo que se acendeu subsiste sem diminuir aquele do qua1 se acendeu*”.

A importância de Justino

Embora não tenha deixado uma filosofia sistemática, nem uma teologia cristã, temos ecos da obra de Justino em muitos pensadores cristãos posteriores. Sua obra não faz exposições gerais a respeito de teorias, nem as discute profundamente, nem pretende desenvolver concepções filosóficas. Justino, ao contrário disso, passa por pontos importantes da fé cristã que considera passíveis de justificativa.

Sua importância se dá pela novidade de interpretar a revelação cristã como o ápice de uma revelação que existe desde a origem do gênero humano. Assim como sua obra, sua morte foi também afinada com a sua fé: foi decapitado em 165, condenado pelo prefeito de Roma por se declarar cristão.


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As citações de Justino foram retiradas do Diálogo com Trifão p. 61-62. Retirado de: Padres apostólicos y apologistas griegos, Daniel Ruiz Bueno (BAC 116), Pág. 409-412.

Padres apostólicos y apologistas griegos (S. II). Organização: Daniel Ruiz Bueno, Biblioteca de Autores Cristianos, 1ª edição, 2002.

Por Wigvan Pereira
Graduado em Filosofia.

Gostaria de fazer a referência deste texto em um trabalho escolar ou acadêmico? Veja:

SANTOS, Wigvan Junior Pereira dos. "A relação entre filosofia e cristianismo para Justino, o Mártir"; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/filosofia/a-relacao-entre-filosofia-cristianismo-para-justino-martir.htm. Acesso em 30 de maio de 2022.

Fonte: https://brasilescola.uol.com.br/filosofia/a-relacao-entre-filosofia-cristianismo-para-justino-martir.htm

1º de junho - Primeiro Culto IEAB no Brasil

História da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil

Os anglicanos celebram a sua liturgia em terras brasileiras desde 1810, através de várias capelanias espalhadas pelo país e subordinadas à Igreja da Inglaterra. Essas foram as primeiras igrejas não-romanas estabelecidas nestas terras.

Entretanto, a igreja voltada especialmente para os brasileiros começou intencionalmente em 1890. Foi nesse ano que dois missionários americanos, Lucien Lee Kinsolving e James Watson Morris, organizaram a missão em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. O primeiro culto foi realizado na tarde do dia 1° de junho de 1890, Domingo da Trindade, em Porto Alegre, na Rua Voluntários da Pátria, 387, numa ampla casa alugada, que ficou conhecida como Casa da Missão. Na época, a cidade tinha aproximadamente 60 mil habitantes. No ano seguinte, chegaram os missionários William Cabell Brown, John Gaw Meem, e a professora Mary Packard. Esses cinco missionários podem ser considerados como os verdadeiros fundadores da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil (IEAB) em solo brasileiro. Em seguida, estabeleceram missões em Santa Rita do Rio dos Sinos (hoje Nova Santa Rita), Rio Grande e Pelotas. Essas três cidades e a capital do estado logo se transformaram importantes pontos estratégicos e centros irradiadores da expansão e do desenvolvimento da nascente IEAB. 

Desde o início, os missionários contaram com a imprescindível participação de muitos brasileiros. Entre esses intrépidos pioneiros e destemidos arautos do evangelho estão Vicente Brande, o primeiro a acolher os missionários em Porto Alegre; Américo Vespúcio Cabral, grande pregador e por isso conhecido como o "São João Crisóstomo brasileiro"; Antônio Machado Fraga, que ajudou a fundar a então Capela de Redentor em Pelotas, hoje catedral diocesana, e depois ele mesmo fundou o trabalho em São Leopoldo e Montenegro; Boaventura de Souza Oliveira, que se juntou aos missionários ainda em São Paulo para vir ao Sul do Brasil com a família; Júlio de Almeida Coelho, que trabalhou a maior parte de seu ministério em Jaguarão e São Gabriel; Antônio José Lopes Guimarães, fundador da igreja em Bagé; e Carl Henry Clement Sergel, um ex-bancário inglês que ajudou William Cabell Brown a estabelecer a igreja no Rio de Janeiro e que construiu as igrejas de Santa Maria e Santana do Livramento. Esses pioneiros clérigos nacionais ajudaram também a implantar a igreja em Viamão (1895), Jaguarão (1898), Santa Maria (1900), Bagé (1903), São Leopoldo (1904), São Gabriel (1906), Rio de Janeiro (1908) e em muitas outras cidades e zonas rurais, principalmente no Rio Grande do Sul.

Muitos outros vieram depois e implantaram igrejas e capelas em vários lugares do território nacional, seguindo um movimento crescente de expansão da IEAB em direção ao Norte. 

 

O ministério episcopal no Brasil
Em 1899, a Igreja Episcopal Anglicana do Brasil teve seu primeiro bispo na pessoa do revmo. Lucien Lee
Kinsolving. Agora, o tríplice ministério da Igreja (bispos, presbíteros e diáconos) estava completo. Em 1907, a nova missão brasileira se transformou em distrito missionário, vinculado à 
Convenção Geral da Igreja Episcopal dos Estados Unidos. Em 1925, a Igreja teve o seu segundo bispo: o revmo. William Matthew Merrick Thomas, um missionário que havia chegado ao Brasil em 1904. Primeiro como bispo sufragâneo e depois como bispo diocesano, Thomas consolidou o trabalho desbravado por Kinsolving. Mas o primeiro bispo brasileiro só veio em 1940, com a sagração do revmo. Athalício Theodoro Pithan como bispo sufragâneo, quando a Igreja Episcopal completou 50 anos de atividades no Brasil. Com a aposentadoria do bispo Thomas, foi sagrado nos Estados Unidos o revmo. Louis Chester Melcher para ser nosso bispo coadjutor.

A Igreja crescia e as distâncias entre as comunidades locais aumentavam, dificultando o atendimento das paróquias e missões espalhadas por todo o país. Era preciso reorganizar o distrito missionário. Deu-se o início ao processo que resultou na divisão do distrito em três dioceses. Isso foi em 1950. A nova divisão era formada por três regiões eclesiásticas: Diocese Meridional, com sé em Porto Alegre (RS); Diocese Sul-Ocidental, com sé em Santa Maria (RS); e Diocese Central (hoje denominada Diocese Anglicana do Rio de Janeiro), com sé na ex-capital federal.

Em um primeiro momento, dom Melcher assumiu a Diocese Central e dom Pithan, a Diocese Meridional. Para a Sul-Ocidental, foi sagrado o revmo. Egmont Machado Krischke. Já com três dioceses, deu-se o primeiro Sínodo, reunido em Porto Alegre, em 1952.

A aposentadoria do bispo Pithan e a resignação do bispo Melcher levaram à sagração de mais dois bispos: o revmo. Plínio Lauer Simões, em 1956 e o revmo. Edmund Knox Sherrill, em 1959. Ao primeiro, coube a Diocese Sul-Ocidental (já que dom Krischke havia sido transferido para a Diocese Meridional com a aposentadoria de dom Pithan) e ao segundo, a Diocese Central. Já estavam trilhados os passos que levariam à autonomia provincial do Anglicanismo brasileiro. 

 

Novos horizontes
Em 1965, veio a autonomia administrativa, quando a Igreja brasileira se transformou na 19ª Província da Comunhão Anglicana e elegeu o seu primeiro bispo primaz na pessoa do revmo. bispo Egmont Machado Krischke. O processo de emancipação da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, até então dependente da igreja americana, se completou com a independência financeira adquirida em 1982.

Novas dioceses foram criadas após o desmembramento: Diocese Sul-Central (atual Diocese Anglicana de São Paulo) em 1969, Diocese Setentrional (atual Diocese Anglicana do Recife) em 1976, Diocese Missionária de Brasília (atual Diocese Anglicana de Brasília) em 1985, Diocese Anglicana de Pelotas em 1988, Diocese Anglicana de Curitiba em 2003 e Diocese Anglicana da Amazônia em 2006. Há, ainda, o Distrito Missionário do Oeste.

Mulheres começaram a ser ordenadas em 1985, após a decisão favorável à ordenação feminina do Sínodo de 1984. Atualmente, cerca de 30% do clero é composto por mulheres. 

 

Hoje, a IEAB tem templos, missões e instituições educacionais e assistenciais em mais de 150 diferentes localidades do país, incluindo todas as regiões (Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul). Ao longo de sua já centenária história, a IEAB acumulou uma relação de mais de 100 mil membros batizados e 45 mil confirmados.

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Adaptado dos livros "Notas para uma história da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil" de Oswaldo Kickhöfel e "A Igreja Militante", de N. Duval da Silva

 

Fonte: https://www.ieab.org.br/sobre/

testejunho2022

 

          JUNHO 2022 - Ano C

1 Quarta-feira

Quinta-feira

ODC169
Salmo 29;
Ezequiel 3: 12-21;
Lucas 9: 18-27

 

*1º Culto da   
  IEAB, 1890
*JustinoMártir, 167

ODC170
Sl.104:24-34,35b;
Isaías 32:11-17;
Gálatas 5: 16-25 

*Mártires de Lyon,  
  177
*James Watson  
  Morris, 1954

Sexta-feira

Sábado

ODC171 
Salmo 104:24-34, 35b;
Isaías 44:1-4;
Gálatas 6: 7-10

*Mártires de   
  Uganda
*Lucien Lee
  Kinsolving

ODC172
Salmo 104:24-34, 35b;
2 Reis 2:1-15a;
Lucas 1: 5-17

*João XXIII
*Isabel de Portugal
*William Cabell  
  Brown

Domingo

6 Segunda-feira

DFP41 
PENTECOSTES, 
ANO C:

Atos 2:1-21  ou Gênesis 11:1-9;
Salmo 104:24-34,35b;
Romanos 8:14-17
ou Atos 2:1-21; 
João 14:8-17[25-27]

*John Gaw Meem

ODC173
Salmo 48;
Joel 2:18-29;
1Coríntios 2:1-11



 

 

*Américo Vespúcio
  Cabral

7 Terça-feira

8 Quarta-feira

ODC174
Salmo 48;
Ezequiel 11:14-25;
1 Coríntios 2:12-16

*Antonio Machado Fraga

ODC175
Salmo 48;
Números 24:1-14;
Lucas 1:26-38
 

*Vicente Brande

9 Quinta-feira

10 Sexta-feira 

ODC176
Salmo 8;
Provérbios 3:13-18; 
Efésios 1:17-19

*Columba, 597
*Efrén da Síria, 373

ODC177
Salmo 8;
Provérbios 3: 19-26;
Efésios 4:1-6





11 Sábado

12 Domingo

DSABC15
BARNABÉ, APÓSTOLO

Isaias 42:5-12;
Salmo 112;
Atos 11:19-30; 13:1-3;
Mateus 10:7-16.

DFP42
DOMINGO DA TRINDADE 

Provérbios 8:1-4, 22-31;
Salmo 8;
Romanos 5:1-5;
João 17:12-15.

*Enmegahbowh, 1902

13 Segunda-feira

14 Terça-feira

ODC179
Salmo 124;
Provérbios 7:1-4;
Efésios 4: 7-16
 

*Antonio de
  Lisboa, 1231

ODC180
Salmo 124;
Provérbios 8:4-21;
Efésios 5: 15-20

15 Quarta-feira

16 Quinta-feira

ODC181
Salmo 124;
Daniel 1: 1-21;
Lucas 1: 46b-55

 

*Evelyn Underhill,   
  1941

DFP43

AÇÃO DE GRAÇAS  
Êxodo 16:9-15;
Salmo 116:12-19;
ICoríntios 10:16-17 ou
Icoríntios 11:23-26;
João 6:[51-52]53-58.

17 Sexta-feira

18 Sábado

ODC207

Complementares:
Salmo 22:19-28;
Isaías 57:1-13;
Gálatas 3:15-22; 

Semicontínuas:
Salmos 42 e 43;
Jó 6: 14-30;
Gálatas 3:15-22

ODC208

Complementares: 
Salmo 22: 19-28;
Isaías 59: 1-8;
Mateus 9: 27-34

Semicontínuas:
Salmos 42 e 43;
Provérbios 11:3-13;
Mateus 9: 27-34

*Bernardo Mizeki, 1896

 19 Domingo

20 Segunda-feira

DFP48

Domingo, Próprio 7
(TC 12), Ano C:
I Reis 19:1-4[5-7]8-15a;
Salmos 42 e 43;
Gálatas 3:23-29;
Lucas 8:26-39 OU
Isaías 65:1-9;
Salmo 22:19-28;
Gálatas 3:23-29;
Lucas 8:26-39

ODC209

Complementares:
Salmo 64;
Jó 18: 1-21;
1 Coríntios 1:18-31;

Semicontínuas:
Salmo 59;
2 Reis 9:1-13;
1 Coríntios 1:18-31

21 Terça-feira 

22 Quarta-feira

ODC210

Complementares:
Salmo 64;
Jó 19:1-22;
Efésios 2: 11-22 

Semicontínuas:
Salmo 59;
2 Reis 9: 14-26;
Efésios 2: 11-22



ODC211

Complementares 
Salmo 64;
Ezequiel 32:1-10;
Lucas 9: 37-43a

Semicontínuas: 
Salmo 59;
2 Reis 9: 30-37;
Lucas 9: 37-43a

*Albano

23 Quinta-feira

24 Sexta-feira

ODC212

Complementares:
Salmo 16;
Levítico 9: 22-10: 11;
2 Coríntios 13: 5-10 

Semicontínuas:
Salmo 77: 1-2, 11-20;
1 Reis 22: 29-40, 51-53;
2 Coríntios 13: 5-10

DSABC16
NASC. DE JOÃO BATISTA

Isaías 40:1-11;
Salmo 85 ou 85:7-13;
Atos 13:14b-26;
Lucas 1:57-80

25  Sábado

26  Domingo

ODC214

Complementares:
Salmo 16;
Deut. 32: 15-27, 39-43;
Lucas 9: 21-27 

Semicontínuas:
Salmo 77: 1-2, 11-20;
2 Reis 1: 13-18; 2: 3-5; 
Lucas 9: 21-27

DFP49
Domingo,
Próprio 8
(TC 13): Ano C:

II Reis 2:1-2, 6-14;
Salmo 77:1-2, 11-20;
Gálatas 5:1,13-25;
Lucas 9:51-62

OU

I Reis 19:15-16,19-21;
Salmo 16;
Gálatas 5:1,13-25;
Lucas 9:51-62

27 Segunda-feira

28 Terça-feira

ODC215

Complementares:
Salmo 140;
Gênesis 24: 34-41, 50-67;
1 João 2: 7-11


Semicontínuas:

Salmo 75;
2 Reis 2: 15-22;
1 João 2: 7-11


 

*Cirilo, 444

ODC216
Complementares:
Salmo 140;
Jeremias 3:15-18;
Efésios 5: 6-20

Semicontínuas:
Salmo 75;
2 Reis 3: 4-20;
Efésios 5: 6-20

*Irineu e
*Egmont Machado Krischke

29 Quarta-feira

30 Quinta-feira

DSABC17
S. PEDRO e S. PAULO

Ezequiel 34:11-16;
Salmo 87;
2 Timóteo 4:1-8;
João 21:15-19



 ODC218

Complementares:
Salmo 66: 1-9;
2 Reis 21: 1-15;
Romanos 7: 14-25

Semicontínuas:
Salmo 30;
2 Reis 4: 8-17;
Romanos 7: 14-25

*Jaci Correia Maraschin 

Revdo. JBS 27 de maio de 2022

 

 

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